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Dia do Senhor 42 – Efésios 4.28 [Pregação]

Dia do Senhor 42 – Efésios 4.28 [Pregação]

Amados irmão em Cristo Jesus nosso Senhor,
Na medida em que seguimos através desta série de exposições sobre os Dez Mandamentos, mais e mais podemos notar quanta diferença o evangelho de Cristo faz em nossa vida. É isso também que se aprende nos três últimos capítulos da carta de Paulo aos Efésios.

Nos três primeiros capítulos o apóstolo falou da miséria do homem sem Cristo e como Deus graciosamente nos salvou dos nossos pecados e miséria. Depois, a partir do capítulo 4, ele procura mostrar como aqueles que foram alcançados pela graça de Deus devem viver em gratidão, andando em boas obras, que Deus de antemão preparou para nós. Ele fala do processo de santificação em termos de despir-se dos feitos do velho homem e revestir-se dos feitos do novo homem.

Aprendemos aqui que quando somos alcançados pela graça de Deus, somos transformados, passamos a nos afastar cada vez mais da nossa antiga maneira de viver. É uma transformação segunda a imagem de Deus em justiça e retidão procedentes da verdade, este é um efeito do evangelho em nossas vidas.

Mas quando olhamos para o quadro em nosso país, percebemos que apesar do aumento considerável do número de evangélicos, e do envolvimento deles na política e nos meios de comunicação, não há nenhuma diminuição da corrupção em nosso país. O evangelho pregado e recebido no Brasil, não está tendo nenhum efeito transformador. Pessoas que se dizem evangélicas agem como os ímpios. De maneira que é comum para muitos evangélicos a mentira, a ira e até mesmo o furto.

O grande perigo é que em meio a postura do mundo e da falsa igreja, acabemos por ceder, tendo uma postura ética contrária à vida de gratidão à qual somos chamados no evangelho. Quando o padrão é baixo, podemos imaginar que se fazemos um pouco, isso é suficiente.

Uma das áreas em que isso acontece com frequência é em relação ao Oitavo Mandamento. “Não furtarás”.

O que nos ensina este Mandamento? O verbo hebraico traduzido por “furtar”, tem o sentido de “roubar, furtar, levar embora”. Então o verbo hebraico abrange não só o furto (apropriar-se que é do próximo sem violência, ameaça ou constrangimento), como também o roubo que pressupõe algum tipo de ameaça ou violência. A palavra hebraica abrange todos os tipos de roubo e furto.

E aqui mais uma vez, não devemos imaginar que o Mandamento tenha uma abrangência limitada às questões externas. Também neste Mandamento, somos exortados a examinar nosso coração. Uma vez que temos sido alcançados pela graça de Cristo, como devemos viver em gratidão em relação a este Mandamento?

Em nosso texto, em Efésios 4.28, o apóstolo Paulo está tratando sobre isso, ele nos explica não só o que o Oitavo Mandamento proíbe, mas também o que ele exige de nós. O Oitavo Mandamento nos ensina sobre a maneira correta de lidarmos com os bens do próximo e os nossos bens.

Portanto, vos anuncio a Palavra de Cristo nesta manhã, sob o seguinte tema: Em Cristo nossa maneira de lidar com os bens materiais é transformada. Veremos duas coisas a esse respeito:
1. Cristo muda a maneira como lidamos com os bens do próximo.
2. Cristo muda a maneira como lidamos com os nossos próprios bens.

1. Cristo muda a maneira como lidamos com os bens do próximo.

Em nosso texto, o apóstolo Paulo está lembrando aos crentes de Éfeso que agora eles tinham uma maneira de viver completamente diferente de sua vida anterior. E que portanto eles deveriam deixar os feitos de sua antiga maneira de viver e se revestir dos feitos de sua nova vida em Cristo.

O apóstolo trata desse viver condizente com o evangelho no que diz respeito à propriedade do próximo. Aqui é precismo observar que o texto grego está no presente, não no passado como em algumas de nossas versões. Ele diz: “Aquele que furta, não furte mais”. Será que devemos imaginar que havia ladrões na igreja em Éfeso?

Ao que parece, alguns deles tinha de lutar contra este pecado. Devemos lembrar que muitos deles, antes de serem salvos em Cristo, furtavam, tentando enriquecer-se com pequenos furtos e que agora eles corriam o risco de ceder a tentação usando ainda de meios desonestos. Devemos lembrar que muitos crentes ainda eram escravos, e seria comum imaginarem que podiam se apoderar de algo pertencente a seus senhores uma vez que trabalhavam de graça.

Por isso, lemos uma exortação a esse respeito em (Tt 2.9,10): “Quanto aos servos, que sejam, em tudo obedientes ao seu senhor, dando-lhes motivos de satisfação; não sejam respondões, não furtem; pelo contrário, deem prova de toda felicidade, a fim de ornarem, em todas as coisas, a doutrina de Deus, nosso Salvador.”

Assim na carta aos crentes de Éfeso Paulo está admitindo a possibilidade de alguns deles caírem neste pecado de tomar aquilo que pertence ao próximo. Eles viviam em uma sociedade corrupta, muitos deles tinham tido essa prática, e é até possível que alguns ainda a mantivessem.

Portanto, provavelmente esta exortação está relacionada principalmente com o furto de pequeninas coisas, que muitas vezes ninguém nem vem a saber. Mas de qualquer maneira, seja algo grande ou pequeno, é furto, é violação o Oitavo Mandamento, é pecado; e portanto, não é algo condizente com nossa nova vida em Cristo.

Esse feito do velho homem, é caracterizado por querermos nos apropriarmos de algo pelo qual não trabalhamos. Por querermos obter riquezas sem trabalho. É isso que os ladrões fazem, tentam enriquecer-se à custa do trabalho dos outros. Certamente, agora também muitas pessoas podem apresentar muitas desculpas para se apropriar daquilo que não lhe pertence. E existem muitas maneiras de nos apropriarmos daquilo que pelo qual não trabalhamos e que portanto não nos pertence.

E nosso coração é tão enganoso que tentamos nos convencer que proceder de certa maneira não é pecado, não é roubo. Existem muitas maneiras de furtar o próximo. E nesse particular há muita engenhosidade. Nosso catecismo resume essas diferentes formas de violação do Oitavo Mandamento falando sobre “os esquemas e ciladas malignos como falsos pesos e falsas medidas, negócio enganoso, dinheiro falsificado e usura”; depois completa: “não devemos defraudar o nosso próximo de maneira nenhuma, nem pela força nem pela aparência de direito.”

Se eu fosse aqui listar todas as formas que o Oitavo Mandamento pode ser quebrado, certamente teríamos de passar muitas horas, e provavelmente não esgotaríamos as possibilidades. Mas permitam-me alguns exemplos de como nos apropriamos de algo indevidamente, tipos de furto que muitas vezes passam despercebido. Mas todos eles são violação do Oitavo Mandamento e não são condizentes com nossa nova vida em Cristo. Uma pessoa está furtando:

Quando ocupa um emprego ligado a algum político, pelo qual ela recebe sem fazer coisa alguma.
Quando no trabalho recebe horas extras sem contudo tê-las trabalhado.

Quando falta ao serviço, e assina como se tivesse ido.
Quando sai mais cedo e assina como se tivesse saído em outro horário, ou pede a alguém para bater o cartão.
Quando trabalha por diária e por isso faz o serviço de maneira mais lenta possível.
Quando todos do trabalho levam alguma coisa para casa, e a pessoa diz: Eu pago meus impostos também tenho direito a isto que pertence ao governo, e leva alguma coisa que pertence ao governo para casa. Ou faz isso porque considera seu patrão injusto.
Quando o governo lança programas de ajuda para pessoas mais necessitadas, e uma pessoa que não precisa disso, mas para poder ter alguma vantagem, se inscreve como se precisasse, inclusive mentindo.
Quando encontra uma carteira na rua, ou outra coisa como um celular e não devolve.
Quando come algo no mercado e não paga.
Quando alguém lhe dá o troco a mais e a pessoa não devolve.
Quando vem em suas compras algo pelo qual não pagou, e ela não devolve.
Quando usa o telefone do trabalho para fazer ligações a longa distância, sem autorização.
Quando em vez de trabalhar fica acessando a internet.
Quando não trabalha com afinco fazendo seu trabalho da melhor forma.

Empregados roubam, patrões roubam, empresas roubam, os governos roubam.

Amados irmão todas estas coisas, e outras coisas semelhantes, se enquadram como uma violação do oitavo mandamento, todas elas pertencem aos feitos do velho homem, todas elas não são condizentes com nossa nova vida em Cristo. Se você nasceu de novo, se foi transformado por Cristo, se foi purificado por Ele, todas elas são para você como trapos imundos sobre alguém que está limpo.

Portanto, ouça a exortação da Escritura: “Aquele que furta não furte mais”. Se você está fazendo alguma dessas coisas, você precisa deixá-las. Precisa lançar para longe, despir-se delas. Nosso procedimento deve ser diferente até mesmo nas pequeninas coisas. Jesus nos libertou, nos deu uma nova, para vivermos de modo condizente com o evangelho, e tais práticas, não condizem com a nossa nova vida em Cristo.

Agora devemos notar, que o nosso texto não fala somente de abandonar uma prática injusta, mas também fala de substituí-la por uma prática justa. O apóstolo Paulo ataca a raiz da questão: o egoísmo. O egoísmo que nos leva a nos apropriarmos daquilo que pertence ao nosso próximo deve ser substituído por uma atitude abnegada.

2. Cristo muda a maneira como lidamos com os nossos próprios bens.

Se queremos obter algo o que devemos fazer? A resposta da Escritura é: “…antes, trabalhe, fazendo com as próprias mãos o que é bom”. Aqui está o meio que a Escritura reconhece como legítimo para obtermos as coisas – trabalho.

O termo usado para trabalho neste versículo, indica trabalho vigoroso que produz fadiga. Trata-se de trabalho árduo com as próprias mãos. Portanto, em vez de usar as mãos para se apropriar do que pertence ao próximo, o apóstolo diz que devem trabalhar com as próprias mãos.

Amados irmãos, o crente não deve se envergonhar do trabalho pesado árduo, nem deve fugir do mesmo. Devemos imaginar trabalhar diante de um computador, ou numa sala de aula, seja mais honroso, e que o trabalho pesado, com as próprias mãos seja desonroso. Muitas vezes a Escritura nos exorta ao trabalho:

1 Ts 4.10-12
Contudo, vos exortamos, irmãos, a progredirdes cada vez mais e a diligenciardes por viver tranquilamente, cuidar do que é vosso e trabalhar com as próprias mãos, como vos ordenamos; de modo que vos porteis com dignidade para com os de fora e de nada venhais a precisar.

2 Ts 3.10-13
Porque, quando ainda convosco, vos ordenamos isto se alguém não quer trabalhar, também não coma. Pois, de fato, estamos informados de que, entre vós, há pessoas que andam desordenadamente, não trabalhando; antes, se intrometem na vida alheia. A elas, porém, determinamos e exortamos, no Senhor Jesus Cristo, que, trabalhando tranquilamente, comam o seu próprio pão. E vós, irmãos, não vos canseis de fazer o bem.”

Devemos notar que em nenhum momento a Escritura desmerece o trabalho manual. Há alguns que acham que o trabalho braçal não é digno, mas não é isso que a Escritura diz. Nosso próprio Senhor, trabalhou como carpinteiro. O apóstolo Paulo trabalhou na confecção de tendas. Portanto, ninguém deve sentir vergonha de trabalhar. Trabalhar não é vergonhoso não querer trabalhar é vergonhoso, furtar é vergonhoso.

Deus nos criou à sua imagem, e Ele é um Deus que trabalha: Criação, Providência e Redenção. A ociosidade, a preguiça é um forma de desfiguração da imagem de Deus em nós, é um pecado que nos afasta de refletirmos a imagem de Deus, e portanto não é condizente com o evangelho. Vai na direção contrária à salvação e seus frutos.

Uma vez que a Escritura nos diz que a vida de santidade consiste não só em deixar de furtar, mas em trabalhar, isso quer dizer que você não pode ser santo dormindo até tarde, comendo o pão da preguiça, vivendo na ociosidade, passando o dia na internet sem produzir, sem servir. Não me refiro só a um emprego. Mas a trabalho. Sempre há o que se fazer. Mas o preguiçoso tem muitas desculpas. Uma hora é o leão que está lá fora (como diz Provérbios), outra hora é uma doença, uma dor aqui outra ali.

Irmãos um cristianismo sem frutos, é uma contradição. Deus nos criou de tal forma para que nós nos unamos ao trabalho dEle no mundo, por isso o Quarto Mandamento nos ensina, seis dias trabalharás. Não trabalhar, é um pecado contra o Quarto e Oitavo Mandamento.

Quem não tem um emprego, não é necessariamente um ladrão. Pois existem vários fatores que pesam sobre essa questão. Então não me refiro a quem está desempregado. Mas todo aquele que não trabalha, que ão serve a Deus e ao próximo, é um ladrão. Está comendo o pão que Deus lhe dá para viver na preguiça, pra dormir até mais tarde, para cruzar os braços. E uma vez que não se une ao trabalho de Deus na terra, está se unindo ao trabalho de Satanás que é se opor e impedir o trabalho de Deus.

Aquele que não trabalha, rouba de Deus, e talvez de sua família os recursos que são conferidos para cumprirmos nossa vocação (o chamado de Deus para este momento de nossa vida). É um ladrão aos olhos de Deus.

Portanto, amados se queremos obter algo, devemos ser pacientes, não usando e meios ilegais para conseguir nosso sustento, e aquisição de bens materiais que Deus queria nos dar. Mas devemos trabalhar diligentemente, “fazendo o que é bom”, como diz o texto, ou seja, – o que é honesto, lícito.

Mas há algo mais que precisa ser dito. Não somente a prática do furto é substituída por trabalho, mas a atitude egoísta de se apropriar do que pertence ao próximo é substituída pela atitude amorosa e compartilhar com o próximo aquilo que temos.

Devemos trabalhar diligentemente, para que? A resposta de Escritura e: “…para que tenha com o que acudir ao necessitado”. A motivação bíblica para o trabalho não é o ganho pessoal egoísta. mas a oportunidade de ajudar os outros. O objetivo último do trabalho é que se tenha algo para dar.

Amados irmãos, nós devemos ter consciência disso. Quando você conseguir um emprego, quando seu salário aumentar, quando você for promovido, quando portas lhe são abertas, quando você tem sabedoria e saúde para trabalhar, quando você se torna próspero, tudo isso é a boa mão de Deus sobre sua vida. Mas Ele não nos concede estas bençãos para vivermos como os que estão em trevas, uma vida egoísta, usando nosso salário para simplesmente gastarmos nos nossos próprios deleites. Quando Deus nos abençoa, Ele o faz para que nós sejamos instrumentos em suas mãos para acudir os necessitados.

Isso nos coloca na posição correta, não somos senhores, somos mordomos dos bens que Deus nos confia. E para Deus boa administração significa acudir os necessitados. Este é o ensino da Escritura. Lemos sobre esse dever mútuo de socorrer uns aos outros em muitas passagens. Por exemplo: At 2.4; 4.32-37, 20.33-34.

O evangelho não nos torna egoístas, mas muda nossa vida para deixarmos de sermos egoístas. Assim, um evangelho que diz que melhor coisa é receber do que dar (encorajando o acumulo de riquezas), não é o evangelho de Cristo. O evangelho de Cristo nos mostra o caminho da abnegação, foi o que aconteceu na igreja primitiva, é o que deve acontecer conosco se somos verdadeiros discípulos de Cristo.

Isso significa que reservaremos uma parte do nosso salário para que o ministério da misericórdia possa ser exercido na igreja de Cristo. Para que sempre que alguém tiver necessidade esta possa ser suprida.

Devemos ter grande cuidado para não cairmos na armadilha deste mundo que deseja fazer de nós consumidores que procuram gastar todo o seu salário em seus próprios deleites.

Além disso, devemos ser bom mordomos, não desperdiçando as dádivas que Deus nos concede. Por isso, nosso Catecismo nos diz: “Além disso Deus proíbe toda a avareza e todo o abuso e desperdício de Suas dádivas.” Então até as donas de casa estão sob o perigo de violar este mandamento. Ao deixar que comida se estregue, o desperdício de água, de luz, tudo é má mordomia. É pecado contra o Oitavo Mandamento.

Irmãos, ouvindo o significado do Oitavo Mandamento, e algumas poucas de suas implicações, quem de nós pode dizer que consegue guardar perfeitamente o Oitavo Mandamento? Eu nunca usei de violência para tomar algo do próximo, mas muitas vezes tenho quebrado este mandamento.

Todos nós merecíamos não só a prisão, mas a condenação eterna. Por não usarmos os bens que pertencem a Deus da forma como Ele nos ordena. Para a glória dEle. Irmãos, todos nós somos ladrões. Todos nós merecíamos o justo juízo de Deus.

Mas o evangelho nos proclama a graça de Deus. Olhem para o Calvário. Quantos ladrões estão ali? Talvez você dirá dois. Uma à direita e outro à esquerda. Mas aos olhos de Deus havia três ladrões. Dois que estavam ali por seus próprios crimes, e outro que estava ali por nossos crimes.

Cristo foi contado entre os transgressores. Na cruz Ele se identificou conosco, e assumiu nossas transgressões, inclusive contra o Oitavo Mandamento. Sem ser ladrão, Ele foi considerado ladrão, ao assumir nossos pecados. Cristo suportou nossos furtos e roubos, nossa preguiça e ociosidade, nossa má administração e infidelidade.

Amados irmãos, Cristo nos redimiu de tais pecados, não para que voltemos a eles como a porca lavada volta ao lamaçal. Ele nos redimiu, para que “Aquele que furtava não furte mais; antes, trabalhe, fazendo com as próprias mãos o que é bom, para que tenha com que acudir ao necessitado”.

Então aqui está a nossa resposta de gratidão por tão grande salvação que temos recebido. Que paramos com todo apropriação indevida, todos os esquemas, fraudes, negócios enganosos, paramos de defraudar pela força ou pela aparência do direito, e seguimos pelo caminho do trabalho diligente, mas não para viver em egoísmo, mas para ajudar o próximo, ajudar que o próximo possa ouvir o evangelho (sustentando o ministério da Palavra) e ajudar que o próximo tenha o que é necessário para cumprir sua vocação neste mundo.

Então deixemos toda forma dissimulada de furto, deixemos a preguiça e a ociosidade, e honremos o nosso Senhor que nos redimiu graciosamente. Como escravos livres, devemos buscar a honra daquele que nos libertou. Que Cristo seja glorificado em nosso empregou, no lavar da louça, do ajudar a mãe, do capinar o quintal, do servir ao próximo, do entregar de nossas ofertas, do lanche que trazemos para o pós culto, através do trabalho diaconal e da propagação de Sua Palavra, queiramos isso mais do que queremos bens e prazer.

Amém.

Local e data

Sermão pregado à Igreja Reformada em Paulista no culto matutino do dia 8 de outubro de 2017.

Ficha Técnica

Conteúdo e voz: Elienai B. Batista.
Edição de áudio: Abner F. B. Batista.

Dúvidas

Caso você tenha alguma dúvida sobre a pregação, pode usar o nosso grupo no Facebook para fazer sua pergunta. Porém, só responderei quando me for possível. Para isso, clique aqui e peça acesso ao grupo, escreva sua pergunta e link meu nome dentro do grupo. Quando puder responderei.

Dia do SenhorTextoTítuloDuraçãoTamanhoData
DS 01Sl 16O SENHOR é refúgio, na vida e na morte para aqueles que nEle confiam00:54:2237,6 MB25/09/2017
DS 021 Jo 1.5-10O conhecimento de nossos pecados00:29:4527,5 MB02/10/2017
DS 03Sl 51.1-6Um pecador arrependido confessa seus pecados e a origem de sua misériaEm breve!
DS 04Sl 5.4-7A Justiça e a Misericórdia de Deus00:28:2726,3 MB09/10/2017
DS 05Sl 130Ao SENHOR pertence o perdão e a redençãoEm breve!
DS 061 Co 1.30,31O que nosso Mediador, que é homem justo e Deus verdadeiro, é para nósEm breve!
DS 071 Co 1.18-25Aprouve a Deus salvar os que creem pela loucura da pregaçãoEm breve!
DS 082 Co 13.13As Bênçãos do Deus Triúno00:35:1220,4 MB21/10/2017
DS 09Sl 33.1-9O Deus Criador do céu e da terra, deve ser louvado e temidoEm breve!
DS 10Sl 33.10-22O Deus Criador é também ProvedorEm breve!
DS 11-----Não preguei neste dia do Senhor---------------
DS 121 Pe 2.9,10Como Cristãos Temos Privilégios e ResponsabilidadesEm breve!
DS 131 Co 6.19,20O Senhorio de CristoEm breve!
DS 14Hb 2.10-13O Senhor Jesus Cristo Identificou-se Conosco para ser o Autor na nossa salvaçãoEm breve!
DS 15Hb 2.14-18A Obra de Cristo a Nosso FavorEm breve!
DS 16Jo 5.24Em Cristo, passamos da morte para a vidaEm breve!
DS 17-----Não preguei neste dia do Senhor---------------
DS 18At 1.1-11Cristo Subiu ao CéuEm breve!
DS 192 Tm 4.1Quando o Senhor Jesus Cristo voltar, Ele julgará os vivos e os mortosEm breve!
DS 20-----Não preguei neste dia do Senhor---------------
DS 21At 2.42-47Uma Igreja cheia do Espírito SantoEm breve!
DS 22-----Não preguei neste dia do Senhor---------------
DS 23Rm 5.1-5Os Frutos da Justificação Pela FéEm breve!
DS 24-----Não preguei neste dia do Senhor----------
DS 25-----Não preguei neste dia do Senhor---------------
DS 26-----Não preguei neste dia do Senhor---------------
DS 27At 22.12-16Sinal e Realidade no BatismoEm breve!
DS 281 Co 11.23-26A Instituição da Ceia do SenhorEm breve!
DS 29-----Não preguei neste dia do Senhor---------------
DS 30Hb 1.1-4A Presença de Cristo na Santa CeiaEm breve!
DS 31Jo 20.19-23As Chaves do ReinoEm breve!
DS 32-----Não preguei neste dia do Senhor [férias]---------------
DS 33-----Não preguei neste dia do Senhor [férias]---------------
DS 34-----Não preguei neste dia do Senhor [férias]---------------
DS 35-----Não preguei neste dia do Senhor [férias]---------------
DS 36Êx 20.7Não tomarás o nome do SENHOR, teu Deus, em vão00:42:3819,8 MB07/09/2017
DS 37Dt 10.20Só pelo SENHOR jurarásEm breve!
DS 38-----Não preguei neste dia do Senhor---------------
DS 39Êx 20.12Honra teu pai e tua mãe [Quinto Mandamento]01:00:4735,1 MB28/09/2017
DS 40Mt 5.21,22Não matarás [Sexto Mandamento00:37:4226,2 MB21/09/2017
DS 41Mt 5.27-30Não Adulterarás [Sétimo Mandamento]00:46:0731,904/10/2017
DS 42Ef 4.28Não Furtarás [Oitavo Mandamento]00:51:5324,0 MB10/10/2017
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Pr. Elienai B. Batista

Elienai B. Batista

Verbi Dei Minister

Ministro da Palavra e dos Sacramentos atualmente trabalhando em um projeto missionário ligado ao Centro de Literatura Reformada (CLIRE), e na plantação de uma Igreja Reformada em Paulista – PE.

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